Especialista em Automação e Integrações
Responsável pela arquitetura técnica das automações e integrações, garantindo estabilidade, escalabilidade e alinhamento com os objetivos de negócio.
Departamento: Arquitetura de Automação
O Especialista em Automação e Integrações projeta a arquitetura técnica
Enquanto outras funções da Astronauta lidam com a automação no dia a dia da operação, o Especialista em Automação e Integrações pensa a arquitetura por trás dela: como os sistemas devem se conectar, quais fluxos de dados fazem sentido, o que precisa ser robusto o suficiente para não quebrar quando o volume de leads ou alunos crescer. É um papel mais estrutural do que operacional, focado em garantir que as automações da empresa e dos clientes aguentem escala sem virar um emaranhado difícil de manter.
No trabalho concreto, isso envolve desenhar como RD Station Marketing, RD Station CRM e outras ferramentas trocam informação entre si, avaliar onde um fluxo automatizado corre risco de falhar silenciosamente e definir padrões técnicos que o restante do time de tecnologia segue ao criar novas integrações. Esse profissional também avalia, antes de qualquer automação ganhar escala, se a arquitetura escolhida vai continuar funcionando conforme a operação de uma instituição de ensino, EdTech ou agência cresce em volume de contatos e complexidade de regras.
A ligação com a metodologia da Astronauta é direta: durante a auditoria de marketing e comercial, esse especialista frequentemente participa do diagnóstico técnico, mapeando o que já existe de automação no cliente e onde há fragilidade estrutural. No planejamento estratégico, ele define a arquitetura que sustentará os sprints seguintes. E como a empresa testa tudo internamente antes de recomendar a clientes, é comum que uma nova arquitetura de integração nasça primeiro resolvendo um problema da própria Astronauta, prove estabilidade, para só depois ser proposta como solução replicável.
O uso de IA generativa aparece no apoio à documentação técnica, na geração de scripts de integração e na análise de logs para identificar pontos de falha, mas as decisões de arquitetura, quais sistemas se conectam, como os dados fluem, onde ficam os pontos de redundância, exigem julgamento técnico humano e conhecimento acumulado sobre os sistemas da empresa.
O resultado que esse profissional entrega para o time é estabilidade: automações que não caem no meio de uma campanha importante, integrações que continuam confiáveis mesmo quando o volume dobra. Para os clientes, significa uma operação de marketing e vendas que funciona nos bastidores sem exigir atenção constante, liberando a equipe deles para focar em estratégia e relacionamento, não em consertar processos quebrados.